Encontro Sul de Motos Custom em Barra Velha SC - 15 a 18/11/12



Numa excelente idéia do amigo Jovi e seus parceiros criou-se um fórum sobre motociclismo (www.motoscustom.com.br) e para não ficar só no encontro virtual e aproveitando o vício de todo motociclista foram surgindo oportunidades de encontros desses apaixonados pela arte das duas rodas. O 4º Encontro da Região Sul e 3º da Barra Velha, acontecido de 15 a 18 de novembro de 2012 contou com a presença de vários Moto Clubes e Moto Grupos, tais como “Vírus”, “Templários”, “Músculos do Asfalto”, “Viageiros” e do nosso “Maragatos MG”. Aqui, então, um breve relato da nossa aventura:
Iniciamos nossa viagem com um grupo de 3 (Demétrio, Andreazza e Awerlang) na quarta-feira dia 14/11/12, com a idéia de, neste dia, subir a Serra do Rio do Rastro o que foi descartado na chegada a Criciúma/SC tendo em vista as condições do tempo, já que ela estava completamente encoberta. Parecia que a sina do Demétrio (Mister Chuva) mais uma vez nos acompanharia. Assim decidimos ir até Laguna, ver o local do Moto Laguna e as possibilidades e valores de hospedagem. Inviável tal empreitada haja vista os valores encontrados e que partiam de R$500,00 por duas diárias e pra uma ou duas pessoas. Obras na avenida onde habitualmente ocorre tal evento transferiram para outro local o referido encontro. Tais fatores nos fizeram esquecer tal evento, ao menos neste ano.

Visitamos os Molhes de Laguna (paisagem paradisíaca) e almoçamos em um restaurante à beira da praia. Essa foi a parte boa, pra esquecer um grande congestionamento nos trechos de Araranguá e entre Tubarão e Laguna que nos fez usar o famoso “corredor”, senão estaríamos lá até agora... hehehe.
Seguimos adiante e descontando as paradas de abastecimento e “fumadinhas básicas do Awerlang” resolvemos pernoitar já em Barra Velha. Chegamos ao destino por volta de 18 horas. Considerando as paradas e os três pontos de congestionamento, sendo o último no entorno de Camboriú, Itajaí, Navegantes (que nos proporcionou um “emocionante” corredor de mais de 50km, percorridos em 1h40min), felizmente chegamos todos intactos e desesperados por uma ceva bem gelada (Skol já que as 42 latas de Polar dos Maragatos levadas conosco estariam quentes e, assim, nem sendo Maragata dá pra aguentar). Festa garantida, Skol gelada, recepção de gala dos amigos Flávio e Lika, com seus coletes novinhos dos Templários (show de bola). Parabéns aos amigos Templários, com certeza um grandes parceiros foram adicionados ao seu grupo. Um lenço dos Maragatos foi dado de presente ao amigo Flávio pelo carinho que nos reservou e que sempre nos dispensou. À noite nos brindou com um churrasco típico Gaúcho, com tudo que tinha direito, costela (linda) no espeto (não era grelha não... hehehe), salsichão e cebola no espeto também. Nos sentimos em casa. No entanto, apesar de todo esse carinho teve um dos Maragatos que encheu os tubinhos e mal provou o salsichão... hehehe (Adivinham só que fui???). Caí na cama, durinho, de “bota e bombacha” (ou quase), me entregando aos braços do Morfeu (que desperdício aquela carne não provada...).

Na quinta-feira começaram a chegar os irmãos de estrada, de Santa Catarina, Paraná e São Paulo o que proporcionou um grande evento, se não tão numérico quanto o dos anos anteriores, de inigualável qualidade. Pouquíssima chuva que, apesar de prevista pela meteorologia, não chegou a incomodar. Praticamente só desabou quando estávamos parados em São Francisco do Sul, na sexta-feira, durante o almoço. Neste mesmo dia (16 de novembro) fomos presenteados por uma Paella inesquecível do amigo Deglman (só podia ser profissional, pois depois dos incansáveis elogios me disseram que o vivente já saiu em várias revistas especializadas no ramo). Enchemos a pança e recebemos mais um presentão: “Show de violões com Adriana Bunh e Getúlio Negrão, grandes companheiros.
Muitas fotos, muitas gargalhadas (até do Cláudio, por mais incrível que pareça... é isso mesmo que vcs estão lendo, o Cros riu muito... hahahahaha – do que o uísque não é capaz, hein???), muita cerveja, muita comida, muita diversão.
No sábado, não podia ser diferente, festança.  Alguns companheiros saíram pra Serra do Rio do Rastro e não voltaram para o evento, outros retornaram para aproveitar o que nós também usufruímos: um delicioso churrasco feito pelo Flavio: Costela, Salsichão e um tal de T-Bone (pra agradar os paulistas, hahaha). Até hoje estou achando que é sacanagem ou deve ser uma carne existente entre o chifre e o crânio do Boi. Kkkkkkkkkk. Foi engraçado ver o sorriso do Jovi com a deitação no tal de “Tiboni”. Resumindo: Bife na grelha que os paulistas pagam os “olhos da cara”. Com pouquíssimos pilas a mais se paga picanha por aqui.
Outros amigos do Sul se juntaram a nós neste evento: Cláudio (Cros), Jadir, Andreoni e esposa, Renato e Monica. Grandes parceiros, como também os amigos Catarinenses, Paranaenses e Paulistas que já conhecíamos e os que tivemos a grata satisfação de conhecer, tais como: Doc, Iuri, Anderson Cabeção, Tron e família, e outros que vou suprimir pra não cometer a injustiça de esquecer alguém.
E a festa continuou. No sábado, agraciados pela banda Rock 50 (honestíssima) encerramos a última noite do encontro de Barra Velha que, a princípio foi o último naquele local (já que é intenção do Flávio negociar a pousada), mas com certeza não será o último deste grupo de amigos. Idéias foram conjecturadas neste dia: Blumenau, Foz do Iguaçu, Morretes, ou outro lugar a definir. Enfim, o espírito há de permanecer, talvez em outro local, mas nunca esquecendo desse templo de união que foi a Pousada Nova e o município de Barra Velha.
Na volta, mais alguns congestionamentos (já esperados), cansaço pelos dias de festa, mas graças ao Pai Motociclista Maior cá chegamos, sãos e salvos pra dividir essa experiência divina. Muitos dos amigos se encontrarão em um ano, outros talvez mais, mas esperança é que possamos nos reencontrar nessas estradas fazendo o que mais gostamos. Até o próximo, que seja breve. Os Maragatos agradecem por tudo e a todos. Os que tiveram a oportunidade de ir e aqueles que estiveram conosco em pensamento e espírito e que, com certeza terão o prazer de comparecer no do ano que vem, seja lá onde for. Que levemos Barra Velha para Blumenau (Vaticano hehehe), Foz do Iguaçu, Morretes, Oiapoque ou Chuí, pois Barra Velha já é uma expressão muito maior do que um Município (lindo, diga-se de passagem) mas seus encantos ultrapassam suas fronteiras por tudo o que representou pra nós.
Difícil terminar de escrever sobre isso tudo, mas encerro com um singelo:
“Adoro tudo isso – Beijo no coração de todos”
Ass.: Um Maragato